Destruição do Estado Islâmico revela palácio com 2.600 anos

Da Redação | Foto: AFP/Aris Messinis | Adaptação web Caroline Svitras

A descoberta foi feita no monte Nabi Yunu, um dos que integrava a antiga cidade assíria de Nínive, ao leste de Mossul, junto ao local onde possivelmente está o túmulo do profeta Jonas. Embora a área tenha sido destruída pelo Estado Islâmico em 2014, depois que as forças iraquianas recuperaram a região no início deste ano, os arqueólogos passaram a explorá-la, inclusive, pelos túneis escavados pelo grupo terrorista, para avaliar os estragos, momento em que também encontraram vestígios de um palácio, datado do ano 600 a.C., que está ligado a três gerações de reis assírios que o construíram – Senaqueribe, que governou entre 705 e 681 a.C., seu filho Assaradão (681-669 a.C.) e seu neto, Assurbanípal (669-627 a.C.). Além das ruínas, eles ainda descobriram outros artefatos de valor inestimável, entre os quais uma inscrição cuneiforme em mármore do rei Assaradão e uma escultura assíria de uma semideusa.

 

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Adaptado do texto “Destruição do Estado Islâmico revela palácio com 2.600 anos”