Egípcios atualmente não são descendentes diretos da sociedade antiga

Da Redação | Foto: Johannes Krause | Adaptação web Caroline Svitras

Equipe internacional de cientistas, liderada por pesquisadores da Universidade de Tuebingen e do Instituto Max Planck para a Ciência da História Humana em Jena, Alemanha, recuperou e analisou o DNA de 151 múmias egípcias que datam de aproximadamente 1400 a.C., a maioria recuperada no sítio arqueológico de Abusir el-Meleq, que no passado foi submetido a conquistas e dominação estrangeira. Constatada certa diferenciação genética, foi feita uma investigação sobre a continuidade da população em um período de 1.300 anos e, em seguida, a comparação de resultados com a população moderna. A partir de então, foi constatado que, apesar dos atuais egípcios compartilharem mais ascendência com os africanos subsaarianos, os antigos se encontravam intimamente relacionados com pessoas do Próximo Oriente.

 

Revista Leituras da História Ed. 104

Adaptado do texto “Estudos apontam a ascendência egípcia”