Empire States e a Grande Depressão

Da Redção | Foto: Lewis Hine | Adaptação web Caroline Svitras

Desde sua conclusão em 1931, o maior arranha-céu de Nova Iorque por 41 anos, permitiu o suicídio de mais de 30 pessoas. O primeiro deles ocorreu antes mesmo do edifício estar pronto. Após ser despedido da obra, um trabalhador se jogou do prédio. Mas, curiosamente, durante toda a sua construção, que empregou mais de 3 mil operários, a maioria emigrantes europeus e algumas centenas de índios, apenas 5 deles morreram em decorrência de acidentes. No entanto, diante das fotos de Lewis Hine, que foram reunidas em um livro intitulado Men at Work assim que se deu a finalização do Empire States, o que mais se nota é a precariedade da segurança a que era exposta os homens que trabalharam na edificação. Teriam eles superpoderes ou a contabilidade do número de mortes deixou de ser feita em nome do suposto progresso, que maquiava os efeitos da Grande Depressão?