Lagarta é capaz de decompor sacos de plástico

Da Redação | Foto: César Hernández/CSIC Communication | Adaptação web Caroline Svitras

Pesquisadores da Universidade de Cambridge, no Reino Unido, junto à Federica Bertocchini, bióloga evolutiva do Instituto de Biomedicina e Biotecnologia de Cantabria, Espanha, após vários experimentos, descobriram que a larva da traça do favo de mel (chamada de Galleria mellonella) que se alimenta de cera das colmeias de abelhas, um polímero natural, também pode quebrar ligações químicas do plástico ao ingeri-lo e, assim, degradar seus resíduos, em um ritmo muito superior ao que os cientistas já experimentaram com outras bactérias. Por isso, eles também começaram a trabalhar para identificar e reproduzir artificialmente o agente ativo, responsável pelo processo que transforma o polietileno em etilenoglicol, pois acreditam que, se fabricado em grande escala, ao assumir a forma de um líquido ambientalmente inofensivo, ele poderá ser usado diretamente na natureza, com a finalidade de gerenciar o problema global de poluição causado pelo uso abusivo dos polímeros.

 

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Adaptado do texto “Lagarta é capaz de decompor sacos de plástico”