O horror do nazismo

Da Redação | Foto: NARA

Na manhã de quinta-feira, 12 de abril de 1945, quando vários jornalistas chegaram com a 80ª Divisão de Infantaria norte-americana ao campo de trabalho forçado de Buchenwald (Weimar, Alemanha), o local se transformou em sinônimo de crime nazista. Porém, o mais incrível dessa história tinha acontecido um dia antes. Na iminência da libertação, prisioneiros famintos e extenuados recobraram as forças e lançaram-se de assalto aos vigias, para assumir o controle do campo. Logo em seguida, tropas americanas ocuparam o local e libertaram mais de 21 mil pessoas, entre as quais 900 crianças. Todas estavam em condições sub-humanas, mas insistiam em viver. Já os mortos que tiveram seus corpos amontoados, aparentemente, esperaram até o dia 24 do mesmo mês para receber o senador estadunidense Alben W. Barkley (em primeiro plano), que foi flagrado diante deles. Meyer Levin, um dos primeiros soldados em Ohrdruf (parte integrante do campo de Buchenwald), escreveu em suas memórias: “Eu nunca fui capaz de descrever o sentimento que me venceu quando testemunhei a tão incontestável desumanidade dos nazistas…”

 

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