Sangue do rei Alberto I é identificado

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A morte do rei da Bélgica, em 17 de fevereiro de 1934, devido a um acidente de alpinismo em Marche-les-Dames, em Ardenas, região de colinas montanhosas partilhadas pelo país dele, Luxemburgo e França, sempre esteve envolta em especulações e teorias conspiratórias sobre um atentado político – todas sustentadas pelo fato de Alberto I ser um alpinista muito hábil e não haver testemunhas do acidente fatal. Mas graças a várias relíquias manchadas com o sangue dele, que foram recolhidas no passado, o geneticista forense Maarten Larmuseau e seus colegas da Universidade de Leuven, que fica na cidade belga de Lovaina, em 2014, começaram um exaustivo trabalho, que culminou com o encontro de dois parentes vivos do rei. Como ambos lhe cederam amostras de DNA foi feita a comparação, que indicou a autenticidade dos vestígios de sangue, fato que confirmou a versão oficial da morte de Alberto I depois de 82 anos (na imagem, o rei em foto de abril de 1910).

Revista Leituras da História Ed. 96